E as malas La.Ga bag do designer Jorge Moita da Kru Kurva
Destes 100 produtos, alguns estarão pela primeira vez à venda fora de Portugal.
Tem dias... Às vezes apetece-me falar de Inovação, outras vezes de Marketing, de Tendências, de Marcas...
E as malas La.Ga bag do designer Jorge Moita da Kru Kurva
Destes 100 produtos, alguns estarão pela primeira vez à venda fora de Portugal.
Unfriend é, desde Novembro, uma nova palavra do New Oxford American Dictionary. A palavra do ano tem como tradução em português: desamigar que significa retirar a alguém ligado a nós numa rede social da Internet o seu estatuto de amigo.
Passada a 1ª fase de "querer muitos amigos" no Facebook, verifica-se agora o esperado movimento inverso.
Já no princípio deste ano a Burger King tinha feito uma aplicação para explorar este momentum "O BK Whopper Sacrifice" foi uma aplicação FB que oferecia um cupão para um Whopper grátis. O que era preciso fazer? Eleger 10 amigos para "desamigar".
"Friendship is strong, but a BK Whopper is Stronger".
Detalhe perverso: em vez de se bloquear anonimamente alguém que só se aperceberia disso posteriormente, esta aplicação notificava o bloqueado: "Sorry! You've been sacrificed for a Whopper" e ainda aparecia no Feed para todos os outros ficarem a saber: Margarida sacrificed Zé dos Plásticos for a free Whopper." Giro!
Grande aposta no Viral, e no Buzz!
À boa maneira americana a celeuma cresceu e quando recebeu o cease-and-desist do Facebook o Burger King aproveitou o pretexto para criar e alimentar mais discussão online. O BK/ Whopper retirou a promoção do ar, entretanto, e em apenas uma semana criaram-se mais de 230.000 unfriends... a troco de um cupão de hamburger... Buzz lançado. Mission accomplished! Teens e vintinhos cativados!
Dentro deste novo paradigma a relação com clientes e consumidores tem que ser entendida numa perspectiva holística e sustentada.
Deste espírito nasce o "Momentos Preciosos paraMulheres de OURO", em parceria com a APAM/Cancro da Mama.
Todas as mulheres precisam de se sentir bonitas. Mesmo que não possamos usar um anel da H.Stern, é importante que, sobretudo em fases mais difíceis da vida, possamos contar com a nossa auto estima para nos "puxar para cima". Um mimo, por-se bonita, investir na aparência pode fazer toda a diferença nestes momentos. É marcante ver ourivesarias recolher peças de bijutaria para oferecer a mulheres com cancro da mama!
A campanha começou no dia 14 de Novembro no Facebook e tem uma duração de QUATRO SEMANAS, terminando no próximo dia 12 de Dezembro.
As joalharias mencionadas no site Omoura irão recolher as peças de bijutaria que lá formos oferecer até ao dia 12 Dezembro e após essa data serão entregues à APAMCM.
Durante este período decorre também a campanha "doe 1€ à APAMCancroMama". Colabore o NIB é BPI 0010 0000 22602020 001 65
Trabalhei numa empresa com mais de 1000 pessoas onde eu era a única que tinha dúvidas, mudava de opinião e até errava...
O medo que geralmente se tem em errar, admitir o erro, assumir que não se sabe, e aquela "chica espertice", sempre à espreita e a responder "não sei, mas acho que..." constitui o "pot pourri" que não nos deixa ter predisposição para aprender.
A aversão ao erro é igualmente crítica. As organizações estão pouco preparadas para assumirem os riscos decorrentes, por exemplo da Inovação. Tentar o que nunca foi feito, colocar a cabeça no cepo pelas ideias em que se acredita, defender uma linha estratégica com unhas e dentes são rasgos de coragem que as empresas não estimulam e por isso mesmo se vão afundando numa espiral nada virtuosa de velhas maneiras de fazer as coisas de sempre.
A energia é gasta a tentar não errar. A energia devia ser consumida a tentar conquistar!
Mas para isso é preciso ter o "mindset" que permita aceitar o erro, o insucesso sem que "seja o fim do mundo".
Em tempos de crise, com o paradigma social e económico em mudança, é preciso assumir que o erro faz parte do processo de desenvolvimento de competências. Se tudo está a mudar não adianta continuar a fazer como até aqui - aquilo que se sabe fazer. É preciso aprender coisas novas, e novas maneira de fazer.
Basicamente o desafio é tentar fazer acima do que já se sabe fazer. Se tivermos sucesso, desenvolvemos as nossas competências, se não, aprendemos durante o processo.
Até para vender laptops - foi o que fez a Dell, no Della. O que havia para vender: cores, muitas cores, acessórios, aos montes, dicas de dietas, receitas e contagem de calorias... Vá de corrigir a mão. Hoje é como se nunca tivesse existido... Como falhou tão estrondosamente este posicionamento? No básico! Se vou parar ao site da Dell é porque? quero comprar um laptop! boa? Contar calorias? give me a break! Eu quero produtos que respondam aos meus estados de necessidades. Que me ajudem na minha vida multitask... so many things, so little time! Quero tudo o que me faça poupar tempo, que seja adequado à minha anatomia e... bonito! Quero tudo o que me ajude a harmonizar o meu trabalho, a família e a casa, e ainda ter tempo para ficar bonita! Quero produtos pensados para fazer a minha vida funcionar. Para uma mãe com 2 filhos a viver em Lisboa os cavalos de um utilitário (que vai andar quase todo o tempo nas filas de trânsito..) é de um interesse muito relativo... importante é que fosse fácil acomodar 2 cadeiras de criança. E que a bagageira estivesse concebida para arrumar os sacos de comprar do mês, e os tabuleiros de leite, e os pacotes de detergente...
Segundo o Seth Godin, sim!
But I wonder...
Para criar uma tribo à volta de uma Marca é necessário antes de mais uma Ideia de Marca clara e definida. (Parece fácil, mas olhemos à volta - só pode ser muito difícil mesmo!!!)
É preciso motivar, conectar e alavancar a relação do consumidor com essa marca. Conectar é fácil. Motivar e estabelecer uma relação é MUITO difícil...
Hoje o mundo é demasiado volátil. Tudo muda muito e muito depressa.
Creio que só há espaço para as LOVE BRANDS, aquelas que realmente apaixonam alguns que são capazes de lhes ser fiéis "no mather what".A Apple deverá ser um dos melhores casos de uma LOVE BRAND...
Depois há paixões de conveniência, às quais se dá facadinhas por imensas razões... até pelo preço! Aqui não há espaço para o engagement... o melhor que as marcas podem ir tentando fazer é conectar-se, criar relação e aumentar o nível de "experiência"...