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MUDAR O MUNDO - A VISÃO DE MARK ZUCKERBERG

Photograph: Justin Sullivan in "The Guardian"
O Facebook vai entrar em bolsa. Com a informação técnica necessária seguiu a carta de MZ com a sua visão. 


A sua visão de como o Facebook está e vai continuar a mudar o mundo.


Também partilhou a sua visão sobre o próprio Facebook... lá mais para o fim...
:)






Ressalto alguns dos aspetos:

  • FOCUS: "The scale of the technology and infrastructure that must be built is unprecedented, and we believe this is the most important problem we can focus on."
  • NOVA CULTURA: "People sharing more... creates a more open culture and leads to a better understanding of the lives and perspectives of others."
  • NOVAS ESTRUTURAS SOCIAIS: "..a network built from the bottom up or peer-to-peer, rather than the monolithic, top-down structure that has existed to date."
  • ECONOMIA MAIS "AUTÊNTICA": "... a more open and connected world will help create a stronger economy with more authentic businesses that build better products and services."
  • ECONOMIA "SOCIAL BY DESIGN": "We have found that products that are "social by design" tend to be more engaging than their traditional counterparts."
  •  EMPOWERMENT OF PEOPLE: "...a more open world will also encourage businesses to engage with their customers directly and authentically...", "We believe building tools to help people share can bring a more honest and transparent dialogue around government that could lead to more direct empowerment of people, more accountability for officials and better solutions to some of the biggest problems of our time."

FACEBUZZ OU A SOCIAL MEDIA QUE SALTA DO FACEBOOK PARA O MUNDO OFFLINE

Painel Facebuzz @ E-commarketing Show Lisboa 2011

O Facebuzz é um grupo criado no Facebook para a partilha e discussão de temas de Marketing e Gestão.
Recentemente, saiu do mundo virtual para o mundo real em dois eventos. O 1º FACEBUZZ Members Meeting teve lugar em Setembro no IPAM Lisboa e, a semana passada, foi o painel mais concorrido no E-commarketing show, que decorreu no Centro de Congressos de Lisboa.
Um painel de 6 dos mais activos membros do grupo apresentou, a uma sala repleta, exemplos das diversas temáticas discutidas no grupo: da integração dos meios online/offline ao poder viral dos Medias Sociais (falou-se dos casos United Airlines breaks guitars e Ensitel; hoje falar-se-ia na EDP); foram especialmente interessantes as duas comunicações sobre como construir uma rede de contactos usando as redes sociais. Em simultâneo, era possível acompanhar a página do grupo no écran da sala e verificar como os diversos membros do grupo presentes na plateia postavam, permitindo aos ausentes manterem-se a par dos pontos altos das comunicações. Na sequência do E-commarketing show, 84 novos membros foram adicionados ou pediram para entrar.
Mais do que um grupo onde se despeja a informação dispersa que chega a cada um dos membros, no Facebuzz quer-se produzir conhecimento, aprofundar discussões, debater opiniões. Tendo nascido no meio digital e bastante focado neste meio, o grupo quer fazer parte da mudança que este novo “Social World” vai continuar a ter em outras áreas do Marketing e Gestão...
Keep tuned!

BURBERRY - As redes socias no catwalk


TWITWALK. Definição de twitpics de cada look antes de entrar no desfile. Antes de qualquer foto da Imprensa...

A exclusividade de ver em primeira mão as novas criações da próxima estação passou dos ilustres convidados presentes no evento para os anónimos seguidores da Marca no Twitter.
Democratização das experiências.
De Londres para os vários responsáveis Regionais  e a elite alastrou-se das cadeiras da primeira fila para o mundo inteiro tendo sido a Burberry a segunda marca mais mencionada no Twitter num pico pouco depois do início do Show.

De desfile para imprensa e compradores passou-se para uma plataforma multimédia através da qual a  Burberry contou em tempo real a sua própria história diretamente aos consumidores. 

Uma produção "live streem" com "takes" do "stage" e "Backstage"e histórias da passadeira vermelha foram partilhados no website, no Facebook e no Youtube - Modelos e celebridades presentes foram ao mesmo tempo observadores, intervenientes e atores. Enquanto um fotógrafo alimentava o feed do Burberry Instagram durante todo o show.

As novidades Burberry no próxima Vogue já vão ser em segunda mão..

..

Resumindo: A Burberry - design e produção de conteúdos! Longe estão os quadrados....



John Cleese e a campanha viral BreakFree da TomTom

Fofoca: Em 2009 John Cleese divorciou-se da sua terceira mulher que conseguiu uma decisão do tribunal que a deixou mais rica que o próprio ator: Cleese foi obrigado a dar-lhe $15,8 milhões e uma pensão de $1,1 milhão durante 7 anos. "In order to feed the beast" segundo as suas próprias palavras o mais famoso dos Monty Python vê-se obrigado aos 70 anos  a trabalhar no duro...

Consequência da fofoca: Cleese está até disponível para fazer anúncios (bem pagos...) de publicidade.

Facto: a TomTom contratou-o para uma campanha com vários vídeos que está a ser um sucesso viral:



A estratégia e a campanha podem ser vistas aqui no Facebook.

Adequando a linguagem ao meio  ("Não sejas rude ou parvo...") a página portuguesa desta campanha  convida todos a participar com a sua própria versão do "BreakFree, dos Queen...e a ganhar uns TomTom, 2 dos quais já vêm com carro e tudo :)

E lá vão aparecendo novas formas de comunicar...

BLÁ-BLÁ OU COMUNICAÇÃO

Poucas marcas interiorizaram já que vivemos num novo paradigma de comunicação. As áreas de Marketing que deveriam ser os motores de mudança e as rampas de lançamento para novas formas de abordagem aos consumidores estão, estranhamente, cristalizados numa lógica mais do que passada e ultrapassada e entretêm-se arduamente com briefings, posicionamentos, novas campanhas e spots de televisão....

Este filme viral (cuja partilha recomendo sobretudo com os mais novos que já interagem via net)  é um bom exemplo de comunicação atual:



É útil. Para os adultos chama a atenção para aspetos aparentemente óbvios mas que por vezes esquecemos. Para as crianças é quase mandatory... 
A linguagem e a imagem são simples, sem paternalismos... mas interessante.
Não deixa de ser um viral publicitário.
O que faz TODA a diferença é que não está focado no produto/Marca e nas suas fantásticas vantagens competitivas face à concorrência... mas em quem no final do dia COMPRA - o consumidor - nos seus estados de necessidade. 
Este viral não vai fazer vender mais "n" computadores até ao final do dia, mas pelo menos em mim, pela sua utilidade (chamada de atenção que partilho com o meu filho) gerou um enorme "goodwill" para a marca "Toshiba"... 
E como hoje já ninguém vende... há é pessoas que compram, esta marca acabou de entrar para a minha lista de opções.

CRM - Estamos a falar de "RELAÇÃO"? ou não?

As Empresas adoram "comunicar"! 
Com as novas tecnologias, redes sociais e sofisticadas ferramentas de CRM... estão cada vez mais próximas dos seus clientes e potenciais clientes. Estão quase sempre  à distância de um "click", de um "sent"... Mas as "relações" não estão a melhorar.

Maneiras mais fáceis de chegar aos clientes deveriam querer dizer também uma melhor segmentação. 
As Empresas continuam, em grande parte a "emitir", não se estão a relacionar! Querem "dizer" coisas, e dizem.
Continuam a ver-se no papel de emissoras, não em "relação" com os seus clientes ou consumidores. Têm bases de dados que pouco mais são do que nomes e endereços (de e-mail)... A consequência é que quando comunicam focalizam-se no que "querem transmitir", o conteúdo é quase sempre umbilical... assente em objectivos internos. 
Raramente a comunicação é pensada da maneira correcta - partindo do consumidor e dos seus ESTADOS DE NECESSIDADE. Portanto a consequência é que mesmo com ferramentas mais sofisticadas e com meios de contactar os clientes de maneira individual, a comunicação não é costumizada


As empresas não se dão ao trabalho de recolher e trabalhar a informação dos seus clientes para construir uma relação... 
... não tem relação comigo e enviam-me promoções para o DIA do PAI.Eu já não tenho PAI, cada promoção dessas não constrói relação - agudiza uma dor.

BLOGUES: Estamos todos a falar em círculo?

Um blogue para quê? Antes de mais para ter voz! Todos achamos que temos alguma coisa de relevante para gritar ao mundo... A questão é saber quem é o "mundo" e se está minimamente interessado no que temos para dizer...

Surge-me esta dúvida existencial blogueira  a propósito de uma ferramenta que a WordPress disponibilizou para os seus bloggers - o PressTags. Para que serve? Para os bloggers da WordPress saberem sobre o que andam os outros bloggers a postar e a re-postar... num circuito mais ou menos fechado, em que uns bloggers seguem os outros que seguem os outros e os re-postam, num círculo infernal em que todos falam do mesmo, repetem o mesmo e acham que estão a seguir, ou mesmo a "cavalgar" uma tendência...

Desolação total o posicionamento desta ferramenta! Quando ouvi falar dela acreditei que teria sobretudo interesse para as Marcas, para os "trendhunters", enfim para aqueles que querem saber quais são os buzz de hoje para anteciparem as tendências que vão ser os buzz de amanhã... mas não!
É apenas mais uma visão umbilical dos bloggers sobre si próprios. 

Se este blogue um dia ficar assim - por favor internem-me. 
Pronto! Não exageremos - peçam-me só para o fechar :(

ATÉ QUE PONTO A "SOCIAL MEDIA" IRÁ MUDAR O PARADIGMA?

Saltam como cogumelos! (de onde terá vindo esta expressão...???)
No início de cada ano as previsões e as tendências para o ano proliferam de todos os lados... 
Em 2011 (para além da "Crise", da "Recessão" e do "Relançamento da Economia..) os gurus continuaram a interessar-se muito pelas redes sociais: os impactos na sociedade, na economia, na comunicação e no Marketing... muito mais do mesmo...
sproutsocialinsights
Partilho convosco um artigo que para além de profetizar o que todos já viram: a relevância crescente da produção de conteúdos, o crescimento do impacto das aplicações "mobile, etc, etc... Surge com um pensamento original:
A ideia de que a Internet (com o exemplo dos "Facebook crédits" para os jogos) pode vir a ser o 1º passo para uma moeda única Universal... 
Com o alargamento do euro a praticamente toda a Europa, com um objectivo semelhante na agenda da ASEAN (Associação de Nações do Sudeste Asiático) parece emergir uma tendência para homogeneização da gestão da Moeda. Este princípio carece, obviamente, de uma plataforma à escala global e a Web é isso mesmo... 
Este conceito está já a ser utilizado, por exemplo, no Facebook que de há uns meses para cá começou a disponibilizar os "FACEBOOK CREDITS", que são uma unidade monetária virtual, utilizada pelos seus utilizadores para jogos e aplicações.
Com a relevância à escala mundial, e dado o seu número crescente de utilizadores, esta pode vir a ser a tendência do ano na social media, com potencial para vir a ter um impacto global muito para além do Farmville... :)

Marketing "online" e "offline"? Não, a vida real já integrou as 2 plataformas...


Dantes havia: TV, rádio e imprensa – offline e depois passou a existir também “online”. Há poucos anos (meses?) falava-se da integração do marketing “online” e “offline” como grande novidade…
Hoje esta separação é uma concepção técnica de Marketeers, uma divisão assente no “meio” e que é artificial, pois os consumidores têm as plataformas integradas no seu dia a dia e saltam de uma para outra com a naturalidade de quem vive uma vida em rede…
A conclusão é que a abordagem do “online” enquanto “meio” é errada porque tende a  assentar na tecnologia e suas potencialidades de utilização, e não na vivência do consumidor… Daí que seja redutor utilizar a Web como mero “espaço” para posicionar marcas e consolidar “brand equity”. 
O online pode ser, isso sim, um excelente motivador de compra, se, ao impulso de um contacto na net se puder associar o momento de compra (costumizada) imediato, localizações das lojas mais convenientes, existência de stock, etc, etc. 

in Taringa!
Comprar pode ser online ou numa loja, mas a experiência pode ainda ser partilhada e amplificada. Todos os dias surgem novas tecnologias, canais e aplicações e são as pessoas que lideram a sua utilização – não as Marcas (ainda...): as redes sociais e o buzz que podem provocar, as aplicações de localização e outras que possibilitam a interacção com as lojas estão a redesenhar a maneira como as Marcas se devem relacionar com os clientes.

Publicitários:  o hype não é a última aplicação para smartphone! Importante mesmo é perceber como é que isso pode ajudar a melhorar a experiência de compra do cliente! Importante é que a aplicação seja simples de utilizar e costumizada aos seus estados de necessidades e estilos de vida: alimentação, desporto, lazer e outros gostos pessoais…

A tecnologia é instrumental, não um fim em si (bem: para os geeknerds é…). O que nos interessa em termos de comunicação e marketing é escutar, ler, interagir e envolver o nosso consumidor…

Publicidade: O paradigma vai mudar a tempo?


Como consultora tenho sido chamada por Agências de Publicidade e por Marcas para colaborar em projectos de redefinição de estratégias de Marketing, e em alguns casos mais especificamente de comunicação e publicidade.

Uma conclusão se pode tirar: O futuro vai ser brilhante para as Agências de Publicidade e as Marcas que, com uma curiosidade insaciável arrisquem abraçar e construir a MUDANÇA! Esperar que ela chegue e “apanhar o comboio” não vai ser suficiente…

Neste mundo digital já não há fronteiras. Brand Managers, consumidores e publicitários têm que integrar-se num desafio quotidiano de mudança com os seus consumidores-co-criadores.
Estes consumidores-produtores-de-conteúdos-e-geradores-de-feedback-imediato são a verdadeira matéria-prima dos briefings criativos. Aos Brand Managers caberá o papel de integrar e alinhar com a estratégia da Marca. 
Num processo cada vez mais circular a própria estratégia de Marca (dentro da sua Visão) terá que ir integrando estes sucessivos desenvolvimentos. 

As campanhas terão um prazo de validade cada vez mais reduzido e formatos cada vez mais versáteis: já pouco se liga à TV, rádio e imprensa tradicionais, já nem sequer se navega na Net a partir de computadores, agora que anda tudo de Smartfones na mão: onde querem e sempre que querem…
O research, as tendências tudo tem que ser integrado muito rapidamente no processo de comunicação das Marcas. Não basta ser "caçador de tendências" As Marcas têm que surfar as tendências... e as ondas passam... e vêem outras...

Rápido. No momento. E as Agências de publicidade cujo negócio algures no tempo se tornou um modo de vida - caro - vão ter que repensar o seu negócio…
Porque as plataformas de “crowdsourcing” estão aí, o network, a vida em rede, as redes sociais criaram muitas dezenas de plataformas destas onde as marcas podem procurar recursos criativos em branding, design e por aí fora… até desenvolvimento de produto… os casos abundam e não é preciso ir longe, o Firefox é possivelmente o seu browser e um exemplo disto. 
Integrar Brand Managers, Agências de publicidade, crowdsourcing, expertsourcing… gera mais ideias e maiores probabilidades de criar boas ideias.  
E mais importante do que isso. Marcas que criam relações com consumidores e com plataformas de colaboração em massa estão a dar o primeiro passo para o tão falado “engagement”…

UMA PÁGINA DE FÃS NO FACEBOOK PARA QUÊ?!?!?

Estar nas redes sociais continua a ser moda! Às agências de publicidade e comunicação não param de chegar briefings neste sentido.

eoublog
A questão é? Sabem porquê e para quê?

Estou a ficar com a sensação que a maioria das marcas não percebeu ainda o que é o "go social". As redes sociais não são uma maneira mais barata de transmitir conteúdos.


O conceito de "social" implica uma RELAÇÃO e portanto monólogos estão aqui fora de contexto. As marcas que querem estar nas redes sociais têm, antes de mais, de se preparar para criar relação, para interagir, para partilhar. As redes sociais não são uma maneira mais barata de fazer publicidade ou de publicar press releases!

Tenho a certeza que quem quiser ter uma postura relevante nas redes sociais precisa contar com um grupo muito grande de "adeptos internos".
A produção de conteúdos tem que ser constante e relevante o suficiente para provocar a interação.
Depois, não basta dispor das ferramentas de monitorização e análise. É preciso (muitas vezes em tempo real) estar atento ao feedback externo. É preciso responder a eventuais questões que se levantam.
É preciso identificar insights e oportunidades e integra-los com o Marketing, nas ferramentas de CRM, nos Estudos de Mercado, RP, Business Intelligence... agora! amanhã já ninguém quer saber do twit de hoje...

Posto neste termos parece-me improvável que a presença nas redes sociais possa ser tarefa de uma só pessoas. As empresas que terão presença significativa (leia-se positiva) nas redes sociais são aquelas que começaram este  projecto com o alinhamento interno dos colaboradores, que os motivaram para os seus objectivos estratégicos, que conseguiram que eles vestissem a camisola para serem capazes de em qualquer rede social ou fórum partilhar a visão da Marca. A presença nas redes sociais só faz sentido enquanto decorrência de todo um novo paradigma.
Isto é muito mais que uma página de fãs no Facebook com  posts insípidos e irrelevantes dia sim dia não...

Os NETaholics - muitos amigos, muitos fãs, muitos contactos - o ataque dos NETninjas



Do Facebook ao LinkedIn parece que o sucesso social se mede pelo número de "connections" que se tem... 
Estão a emergir uma espécie de NetNinjas que acham importante abarcar o mundo inteiro com a sua presença.

Não encontrando qualquer explicação para esta demanda do ponto de vista individual, parto do princípio que estes "ninjas" o são por motivos profissionais.  

Quem está ligado ao mundo inteiro por Linkedin, Twitter, FB, Plaxo e outros mais, todos eles linkados e a passar a mesma mensagem em multi-level-marketing é, certamente, porque quer vender alguma coisa ou ideia...

É curioso como se estão a replicar online os mesmos padrões do offline. A quantidade de contactos (a TV ainda continua a ser o meio que melhor atinge este objectivo...) não promove aquilo que a social media na realidade deveria querer obter: connection! engagement! - Uma relação. Mas para isso teria que funcionar nos 2 sentidos.  Seria preciso conhecer a PESSOA que está do outro lado, não basta um link de connection. 
Na realidade pode-se estar a perguntar "Em que o posso ajudar?", mas  apenas se quer uma audiência... para isso, repito, a televisão continua a ser um melhor meio.

As marcas que estão nas redes sociais não podem esquecer que connection e network é entre amigos. E isso é muito mais do que monólogos em direção a uma audiência difusa...


Fast! - I need feedback

Num verdadeiro mundo da partilha a rapidez do feedback pode ser determinante: Os sucessos ou são ou não são - quando uma equipa de vendas lança uma nova promoção, um novo produto - em 2 dias há informação: resulta, não resulta, o que poderia resultar...
Amasingly, é por vezes mais rápido o feedback dos consumidores do que das próprias equipas... 3 ou 4 consumidores conseguem um efeito de amplificação pelo Twitter ou Facebook, por vezes antes de dentro das empresas se ter sequer a noção....
Redes sociais públicas não são muito adequadas para a partilha de informação ou troca de impressões intra-equipas... mas há ferramentas que permitem criar uma rede social interna, restrita e que facilitam a Gestão e motivação de equipas, assim como a partilha de informação e feedback.
Rypple é uma destas ferramentas e que permite por exemplo interface com o Twitter!
Yammer é outra destas ferramentas para micro-blogging, uma espécie de micro rede social que reconhece e apenas aceita endereços de e-mail de empresas.
Gestão de equipas e Liderança Web 2.0, 3.0, 4.0... and counting!

Quando a Mensagem é o Meio

Muitas marcas acham que deveriam fazer alguma coisa com redes como o Twitter, o que não sabem é o quê...
Afinal para quê é que os portugueses usam o Twitter?
Segundo a E.life, ferramenta utilizada em Portugal pela Seabra para monitorizar a presença das Marcas nas redes sociais, o próprio Twitter é a Marca mais mencionada, seguem-se o Youtube, o Facebook, o Sapo e o Google; as marcas nacionais mais mencionadas são o Sapo, a TAP, a SIC, a Optimus e a RTP.
O Twitter divulga em segunda mão... Sei isto e aquilo e divulgo...
O próprio fenómeno das redes sociais é um dos temas favoritos: do recrutamento Optimus feito através do Facebook, ao lançamento do iPad, passando pelo nº de fãs ou de pageviews do Facebook.
As marcas que aparecem neste top mais são também as que utilizam o Twitter para divulgar conteúdos, como é o caso da Tap, cujos tweets são replicados velozmente pelos seus 2500 seguidores, ou das estações de televisão que tweetam notícias...

Contudo, e ao contrário do que já vai acontecendo noutros países, os portugueses ainda não utilizam muito o Twitter para falar de marcas do "dia-a-dia": roupas, restaurantes, lojas, etc... deverão estar aqui boas oportunidades para Marcas fora das tecnologias e telecomunicações começarem a dirigirem-se aos seus consumidores.

Afinal este é um meio muito barato que é possível segmentar e tem um grande potencial de replicação... é pena é os sistemas de CRM estarem ainda "ao lado"...

You are never too old to became younger (Mae West)

"Evian roller babies" entrou para o Guiness como o filme publicitário mais visto na Internet. Conseguiu até agora mais de 45 milhões de visualizações no site da marca isto sem contar com todos os "views" adicionais via Youtube, não só do spot publicitário, como de uma série de outros que foram sendo divulgados pela Evian à volta desta plataforma.
A saga justificou entrevistas...
making of...
.... e, dentro dos desígnios da new media claro que cá está a página de fãs no Facebook, com perto de 400.000 fãs.

Unfriend! Desamigar em português!

Unfriend é, desde Novembro, uma nova palavra do New Oxford American Dictionary. A palavra do ano tem como tradução em português: desamigar que significa retirar a alguém ligado a nós numa rede social da Internet o seu estatuto de amigo.

Passada a 1ª fase de "querer muitos amigos" no Facebook, verifica-se agora o esperado movimento inverso.

Já no princípio deste ano a Burger King tinha feito uma aplicação para explorar este momentum "O BK Whopper Sacrifice" foi uma aplicação FB que oferecia um cupão para um Whopper grátis. O que era preciso fazer? Eleger 10 amigos para "desamigar".

"Friendship is strong, but a BK Whopper is Stronger".
Detalhe perverso: em vez de se bloquear anonimamente alguém que só se aperceberia disso posteriormente, esta aplicação notificava o bloqueado: "Sorry! You've been sacrificed for a Whopper" e ainda aparecia no Feed para todos os outros ficarem a saber: Margarida sacrificed Zé dos Plásticos for a free Whopper." Giro!

Grande aposta no Viral, e no Buzz!

À boa maneira americana a celeuma cresceu e quando recebeu o cease-and-desist do Facebook o Burger King aproveitou o pretexto para criar e alimentar mais discussão online. O BK/ Whopper retirou a promoção do ar, entretanto, e em apenas uma semana criaram-se mais de 230.000 unfriends... a troco de um cupão de hamburger...
Buzz lançado. Mission accomplished! Teens e vintinhos cativados!

MOMENTOS PRECIOSOS

O velho paradigma da comunicação e da publicidade mudou e é sempre refrescante vermos bons exemplos portugueses pensados e implementados dentro do novo paradigma.
Deixo-vos aqui o exemplo de OMOURA que representa em Portugal as jóias de marcas como Chaumet, H.Stern e Dior. A plataforma inclui uma página de fãs "Momentos Preciosos" no FACEBOOK que, como acompanho, afirmo ser bem montada e bem gerida. Dentro deste novo paradigma a relação com clientes e consumidores tem que ser entendida numa perspectiva holística e sustentada.
Deste espírito nasce o "Momentos Preciosos paraMulheres de OURO", em parceria com a APAM/Cancro da Mama.
Todas as mulheres precisam de se sentir bonitas. Mesmo que não possamos usar um anel da H.Stern, é importante que, sobretudo em fases mais difíceis da vida, possamos contar com a nossa auto estima para nos "puxar para cima". Um mimo, por-se bonita, investir na aparência pode fazer toda a diferença nestes momentos. É marcante ver ourivesarias recolher peças de bijutaria para oferecer a mulheres com cancro da mama! A campanha começou no dia 14 de Novembro no Facebook e tem uma duração de QUATRO SEMANAS, terminando no próximo dia 12 de Dezembro. As joalharias mencionadas no site Omoura irão recolher as peças de bijutaria que lá formos oferecer até ao dia 12 Dezembro e após essa data serão entregues à APAMCM. Durante este período decorre também a campanha "doe 1€ à APAMCancroMama". Colabore o NIB é BPI 0010 0000 22602020 001 65

2020? Como será a media por essa altura?

Aqui está a visão do MOCOM 2020:

ABRIGO DE CORTIÇA 2.0 :)

O David Mares é um Português que participou num concurso de Arquitectura promovido pela Fundação Guggenheim - o tema: abrigos / cabanas.
A solução com que concorreu: um abrigo de CORTIÇA!
Genial.
De uma pool inicial de 600 concorrentes ficou entre os 10 finalistas para a atribuição do "People's Prize".
Do histórico que chegou a mim, o David no dia 7 de Setembro enviou um e-mail para os amigos com o link para o "vote". Um amigo, de um amigo, de um amigo reenviou-me esse e-mail no dia 24 de Setembro.
Fui a 1145ª a votar. O David estava em 4º lugar.
A ideia de um abrigo em cortiça motivou um grupo de amigos a divulgá-la nas redes socias (i.e. Facebook).
Passados 6 dias o David vai à frente - a amplificação foi de mais de 20 vezes.
Hoje dia 29, tem mais de 25.000 votos (and counting...) e arrisca-se a ganhar!
Isn't web 2.0 just great?

Social Media: Do you dare?

Add Image A Social Media aparenta ter tudo para ser O sucesso: é fácil de implementar, é barata e tem um potencial de crescer exponencialmente e criar um big buzz enorme. Então, onde estão as más notícias?
- Poucas organizações estão preparadas para incluir nesta equação que do "outro lado" estejam pessoas reais que podem participar de viva voz nas suas iniciativas! Para já, e quase como em quase tudo na vida, a única antecipação que se pode ter é a PREPARAÇÃO e ESFORÇO: - Antes de mais é necessário montar a rede. Identificar o starting point humano, os insights e os conteúdos de partida... a chegada estará sempre em construção, e será a própria rede a construí-la. É necessária também uma estratégia de "amplificação" que lhe dê dimensão.
- É preciso alimentá-la regularmente. Novos conteúdos e iniciativas que desafiem e criem ligação na e com a rede. Nada pior que uma "rede social" que deixa de ser social...
- O meio, a rede, é ao mesmo tempo receptor e produtor de conteúdos. Donde o resultado final é também produzido no "exterior". É aqui que para as empresas a questão se torna tão assustadora como realmente parece...
- A monotorização e gestão do feedback. Se se aposta na media social, integrar o feedback na equação é mandatory. Senão mais vale fazer spots de tv...
- Empenhar toda a organização na rede. Não só como participantes mas também na monotorização. Neste novo paradigma de comunicação, esta disciplina deixa de ser exclusiva de um departamento. O novo paradigma social de "rede" tem obrigatoriamente que começar pela "inside participation". Mas isso só acrescenta valor com pessoas motivadas, formadas e bem preparadas. Algumas empresas acreditam tanto nisso que constroem redes internas de troca de impressões, debate de ideias e apresentação de sugestões como é o caso do Nokia Blog Hub.
Manipulação? Sim.