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QUE NERVOS! (que stress! em linguagem empresarial)

Olhar à volta é por vezes um exercício deprimente: ninguém parece estar bem disposto e todos parecem ter dormido mal - gargalhadas espontâneas? não há!
Stress foi a 1ª fase agora chegou o BURNOUT:
"In today's hyper-competitive economy, we can easily fall prey to burnout that comes from information overload, "perpetual busyness," and constantly racing against the clock.
In his book, Edward Hallowell writes that being too busy can become a habit so entrenched that it makes us slaves to a lifestyle we don't like, but can't escape: "You can be so busy that you don't even take the time to decide what actually does matter the most to you, let alone make the time to do it." What's more, many of us "get lost in work" while watching our health, relationships, and outside interests suffer."
Christopher Gergen and Gregg Vanourek apresentam:
Three Ways to Beat Burnout:
  1. Managing Your Work
  2. Embracing Renewal
  3. Doing "the Right Work"

Le Roi est mort vive le Roi

Será que a crise vai “obrigar” os marketeers a perceber que “things have changed around?”
Os cortes nos budgets já estão a começar… e quando os planos de media forem realmente reduzidos… e nada acontecer? Alguém vai perceber que o plano de marketing já não está a funcionar… Ouch!!!
A sociedade, os consumidores, tudo mudou, esta crise vai finalmente expor que o Marketing de campanhas-tema morreu. Viva o Marketing-à-conversa com o consumidor!
A Funny Thing Happened When I Cut My Ad Spend – Nothing Posted by Peter Daboll in Advertising Age

Freeze!

Em tempos admirava a capacidade criativa da publicidade brasileira. Leio agora na CS que a cerveja Sol (Brasil) implementou a seguinte acção de verão: Um grupo seleccionado de assinantes da revista Placar (desporto) receberam um exemplar embalado em plástico dentro de um molde de gelo e as respectivas instruções de descongelação... mas parece que a cervejinha não ia junto....
Excuse-me? What's the point? - Cerveja é para beber bem gelada? Boa! Nunca ninguém tinha sequer pensado nisso!!!
Excuse me for asking: - How much did it cost? - Cheira-me a acção milionária (a implementação tem uma logística diabólica...!!!) feita para o umbigo dos criativos. Sim porque do ponto de vista do consumidor nem cria qualquer ponto de diferenciação, nem de relação ou experiência... é a criatividade, pela criatividade, para concursos de criativos...
Am I wrong?

Monty Python & FREECONOMICS

"For 3 years you YouTubers have been ripping us off, taking tens of thousands of our videos and putting them on YouTube...... We know who you are, we know where you live and we could come after you in ways too horrible to tell. But being the extraordinarily nice chaps we are, we`ve figured a better way to get our own back: We`ve launched our own Monty Python channel on YouTube.No more of those crap quality videos you`ve been posting...
"http://br.youtube.com/user/montypython?ob=4
Quando o paradigma muda ou se integra a mudança, ou se definha com amargura - and that just couldn`t be the case...!!!
Os Monty Python optaram por integrar... muda o meio, mantem-se o "tom"

Just wear sunscreen

Esta "história" já circula pelo mundo antes de existir YouTube.
A 1ª vez que a vi/ouvi não tinha legendas em português (a grande vantagem é que também não tinha erros de tradução...) e as imagens (todas a P&B) eram outras, e não era nenhuma das versões que está no YouTube...
Já naquela altura emocionava e fazia sentido a todos os que a ouviam...
Agora que falamos tanto do "Novo Consumidor" continua a fazer sentido para toda a gente... What has really changed?
No Youtube há comentários sobre "ser este tipo de nova atitude perante a vida que elegeu o Obama"... (os americanos não perdem uma oportunidade para demonstrar como são incultos...)
Keep it simple, Back to Basics não são uma tendência de hoje, de resposta à crise. É a maneira de o Homem viver a vida. Embora às vezes se entretenha a complicar...

BlackBerry vs iPhone

Há uma coisa que a Apple faz muito bem: não vender! Cria uns gadgets, embrulha-os numa Marca e depois há quem os compre... é completamente diferente!
A BlackBerry, vende. Patrocina celebridades e faz publicidade. Ou pelo menos tem feito...
Fala-se agora de uma TEMPESTADE que, poderá até afogar o iPhone!
  • O brinquedo novo chama-se STORM, com um touch screen, tipo teclado...
  • O preço é radical: $0
  • A lógica de inovação é a da incluir a participação dos clientes na criatividade

Em plena "crise" uma luta de titãs: RIM vs Apple

I love the 80's

Dedico este post a um amigo carioca, trend seacker e trendsetter que se espanta com a estética dos 80’: música, visuais, moda, etc.
Só que para perceber era preciso ter vivido a época!
A grande vantagem dos 80’ era não serem os 70’: com aquele look sindicalista, barbudo e com aspecto de pouco banho, camisas de flanela aos quadrados, gravatas psicadélicas e casacos com as golas a saírem da linha dos ombros!!!! Os homens usavam patilhas! Enormes, pretas! à séria!

A estética (visual e intelectual…) dos 70 tinha atingido o seu apogeu teenager com “Grease” e “Saturday night fever”… oh god! Nos 80’ havia tudo isto para exorcizar!

E para quem viveu intensamente os 80’ as memórias são boas: As músicas, as discotecas, as matinés, as séries de TV, os Filmes, o Spectrum, etc.

Ninguém tinha computadores, telemóveis, nem Ipods, não havia o culto das roupas de marca. Ser “cool” não era importante – a gente só queria se divertir…

Os Duran Duran, aqui na Europa foram um fenómeno por 2 razões: O Simon leBon era bonito (uma amiga minha que este ano foi ver os Metállica no RinR, perseguiu-os quando eles vieram a Portugal para lhes tirar fotografias…) e 2. A havia uma disputa ente eles e os Spandau Ballet… Mas também havia Jesus & The Mary Chain, Joy Division, Bauhaus, This Mortal Coil, Coil, Depeche Mode, New Order, Smiths, Pixies, Swans, Cocteau Twins….

A crise da Selecção de futebol

O Sócrates deve estar danado! Cheio de esperança que uma vitória dos nossos rapazes fizesse esquecer a crise...
Mas não, agora para além da crise, há a humilhação...
E daí talvez não. Afinal o 6-2, o Carlos Queiroz, a birra do Cristiano Ronaldo, têm entretido o povo. Têm sido uma boa alternativa à Ministra da Educação, ao caso BPN (e agora também do BPP), ao aumento do desemprego, à coboiada do Parlamento da Madeira, e vão adormecendo a oposição ao disparate do TGV e do novo aeroporto.
Este homem tem muita sorte!

É a crise!

Quando tudo vai bem é fácil...É nos momentos de tensão que se diferenciam os grandes líderes dos outros. Quando o "conceito de crise" se instala há:
  1. Os que paralisam de medo e fazem de "mortos".
  2. Os que entram em pânico e começam por cortar "no milho do pardal"
  3. E os que investem na procura das oportunidades que emergirão e fazem um esforço suplementar para "romper o paradigma".

É em momentos destes que os verdadeiros líderes encontram as respostas para entusiasmar os colaboradores, se focalizam no estratégico com a firmeza de não abandonar o caminho que sabem estar correctamente identificado, com a inteligência e a flexibilidade para "adaptar" o plano... Redução de gastos operacionais (através por exemplo da optimização dos processos...) é uma coisa, redução do investimento e colocar em causa património intangível de Marca, valor institucional construído ao longo dos anos, é outra!

Enquanto isso os outros abortam lançamentos, deitando fora por vezes anos de I&D, cortam na comunicação, na formação e motivação dos colaboradores e deixam os seus melhores cérebros ir embora (porque são caros...). A moral das tropas baixa, a produtividade cai, os resultados pioram e, aí, sim: É a crise!

Marca "Portugal" Small is Beautifull, and Smart, and Trendy, and Delicious

Somos pequeninos, e assim não dá! Que desculpa...!! Vejam o que acontece com as pessoas que acham que estão um pouco fora dos padrões "convencionais". Normalmente acabam por se encaixar num de dois grupos:
1. Os "conformados" que encaram com fatalismo aquilo que a natureza lhes deu e que em estádios mais agravados de azedume chegam mesmo a desenvolver algumas patologias.
2. Os "so what?" e é neste grupo que vemos os baixinhos superdinâmicos, as gordinhas supersimpáticas, os feiotes com carradas de charme! A questão é "acreditar" nas circusntâncias, ou construir, desenvolver e ampliar os "pontos fortes". Um povo que gera uma massa crítica tão pequena, não precisa, por isso, de ter complexos. Não se pode é dar ao luxo de não ser instruído, informado e competente!
E aqui a triologia Estado (sistema de educação), Empresas (sistema de formação e up to date de especialização) e "Indivíduo" (desenvolvimento de competências e potencial próprio) não só não existe, como não tem uma "visão" comum daquilo que é a criação e gestão do "conhecimento" que traria mais-valia para o País.