- Managing Your Work
- Embracing Renewal
- Doing "the Right Work"
QUE NERVOS! (que stress! em linguagem empresarial)
Le Roi est mort vive le Roi
A Funny Thing Happened When I Cut My Ad Spend – Nothing
Posted by Peter Daboll in Advertising Age
Freeze!
Excuse-me? What's the point?
- Cerveja é para beber bem gelada? Boa! Nunca ninguém tinha sequer pensado nisso!!!
Excuse me for asking: - How much did it cost?
- Cheira-me a acção milionária (a implementação tem uma logística diabólica...!!!) feita para o umbigo dos criativos. Sim porque do ponto de vista do consumidor nem cria qualquer ponto de diferenciação, nem de relação ou experiência... é a criatividade, pela criatividade, para concursos de criativos...
Am I wrong?
Monty Python & FREECONOMICS
Just wear sunscreen
BlackBerry vs iPhone
- O brinquedo novo chama-se STORM, com um touch screen, tipo teclado...
- O preço é radical: $0
- A lógica de inovação é a da incluir a participação dos clientes na criatividade
Em plena "crise" uma luta de titãs: RIM vs Apple
I love the 80's
A estética (visual e intelectual…) dos 70 tinha atingido o seu apogeu teenager com “Grease” e “Saturday night fever”… oh god! Nos 80’ havia tudo isto para exorcizar!
E para quem viveu intensamente os 80’ as memórias são boas: As músicas, as discotecas, as matinés, as séries de TV, os Filmes, o Spectrum, etc.
Ninguém tinha computadores, telemóveis, nem Ipods, não havia o culto das roupas de marca. Ser “cool” não era importante – a gente só queria se divertir…
Os Duran Duran, aqui na Europa foram um fenómeno por 2 razões: O Simon leBon era bonito (uma amiga minha que este ano foi ver os Metállica no RinR, perseguiu-os quando eles vieram a Portugal para lhes tirar fotografias…) e 2. A havia uma disputa ente eles e os Spandau Ballet… Mas também havia Jesus & The Mary Chain, Joy Division, Bauhaus, This Mortal Coil, Coil, Depeche Mode, New Order, Smiths, Pixies, Swans, Cocteau Twins….
A crise da Selecção de futebol
É a crise!
- Os que paralisam de medo e fazem de "mortos".
- Os que entram em pânico e começam por cortar "no milho do pardal"
- E os que investem na procura das oportunidades que emergirão e fazem um esforço suplementar para "romper o paradigma".
É em momentos destes que os verdadeiros líderes encontram as respostas para entusiasmar os colaboradores, se focalizam no estratégico com a firmeza de não abandonar o caminho que sabem estar correctamente identificado, com a inteligência e a flexibilidade para "adaptar" o plano... Redução de gastos operacionais (através por exemplo da optimização dos processos...) é uma coisa, redução do investimento e colocar em causa património intangível de Marca, valor institucional construído ao longo dos anos, é outra!
Enquanto isso os outros abortam lançamentos, deitando fora por vezes anos de I&D, cortam na comunicação, na formação e motivação dos colaboradores e deixam os seus melhores cérebros ir embora (porque são caros...). A moral das tropas baixa, a produtividade cai, os resultados pioram e, aí, sim: É a crise!